Empresasyfranquias
martes, 4 de septiembre de 2012
viernes, 31 de agosto de 2012
MAQUINAS USADAS- ABIMAQ
Um jornal a serviço do Brasil
- PEDRO SOARES
DO RIO
CLAUDIA ROLLI
DE SÃO PAULO
As novas medidas anunciadas pelo BNDES para financiar a compra de bens de capital usados (máquinas, ferramentas, tratores, aeronaves) vão incentivar a criação de um mercado paralelo, a exemplo do que ocorre com automóveis.
A previsão é da Abimaq, associação da indústria de máquinas, que está otimista com essa possibilidade.
Com a possibilidade de fazer empréstimos para comprar equipamentos usados e a taxa de 2,5% para máquinas novas, mais a permissão de abater de uma vez a depreciação das compradas neste ano, fecha-se um ciclo virtuoso, avalia José Veloso, vice-presidente da associação.
"Sem capital para bancar uma máquina nova, o pequeno empresário poderá optar pela usada. Quem vendeu a usada poderá adquirir uma nova. A nova linha incentivará os dois mercados."
Cesar Prata, dono da Asvac Bombas, que fornece máquinas para indústrias de vários setores e para navios e plataformas da Petrobras, acredita que as linhas do BNDES, associadas à redução da Selic e outras medidas macroeconômicas, vão estimular os negócios. "O setores de petrólio, mineração e siderurgia foram os que mais retardaram a aquisição de equipamentos, entre nossos clientes."
Foi após a queda de 25% nos financiamentos feitos pelo BNDES para máquinas (de janeiro a maio) que o governo decidiu agir e incentivar novos investimentos.
No caso dos caminhões, a queda de empréstimos chegou a 63%. Os juros para essa linha também foram reduzidos de 5,5% ao ano para 2,5%. A diferença será bancada pelo Tesouro, que "equaliza" as taxas -ou seja, arca com o valor que o BNDES perde com os juros menores.
Para Mauro Saltini, vice-presidente da Anfavea, a medida é favorável e deve resultar num aumento das vendas de caminhão. O corte dos juros, diz, "praticamente anula" o aumento dos veículos.
Saltini afirma que o setor já começa a esboçar uma reação, após sentir os efeitos dos preços mais altos, da crise externa e da freada da economia doméstica.
A previsão é da Abimaq, associação da indústria de máquinas, que está otimista com essa possibilidade.
Com a possibilidade de fazer empréstimos para comprar equipamentos usados e a taxa de 2,5% para máquinas novas, mais a permissão de abater de uma vez a depreciação das compradas neste ano, fecha-se um ciclo virtuoso, avalia José Veloso, vice-presidente da associação.
"Sem capital para bancar uma máquina nova, o pequeno empresário poderá optar pela usada. Quem vendeu a usada poderá adquirir uma nova. A nova linha incentivará os dois mercados."
Cesar Prata, dono da Asvac Bombas, que fornece máquinas para indústrias de vários setores e para navios e plataformas da Petrobras, acredita que as linhas do BNDES, associadas à redução da Selic e outras medidas macroeconômicas, vão estimular os negócios. "O setores de petrólio, mineração e siderurgia foram os que mais retardaram a aquisição de equipamentos, entre nossos clientes."
Foi após a queda de 25% nos financiamentos feitos pelo BNDES para máquinas (de janeiro a maio) que o governo decidiu agir e incentivar novos investimentos.
No caso dos caminhões, a queda de empréstimos chegou a 63%. Os juros para essa linha também foram reduzidos de 5,5% ao ano para 2,5%. A diferença será bancada pelo Tesouro, que "equaliza" as taxas -ou seja, arca com o valor que o BNDES perde com os juros menores.
Para Mauro Saltini, vice-presidente da Anfavea, a medida é favorável e deve resultar num aumento das vendas de caminhão. O corte dos juros, diz, "praticamente anula" o aumento dos veículos.
Saltini afirma que o setor já começa a esboçar uma reação, após sentir os efeitos dos preços mais altos, da crise externa e da freada da economia doméstica.
+ Canais
jueves, 30 de agosto de 2012
PARA REGISTRAR EMPRESAS- JUNTAS COMERCIAIS
Juntas comerciais
DNRC/BRASÍLIA
Junta Comercial do Estado de Goiás
Rua 260, Esq. C/259, Q. 85-A, Lotes 5/8
Bairro: Setor Universitário – Goiânia - GO
Cep: 74610-240
Telefone: (62) 3261-4833 PABX/
Fax: (27) 3135-3148/3135-3156
www.juceg.go.gov.br
SAUS Quadra 02 - lote 1/A
Bairro : Asa Sul – Brasília - DF
CEP: 70070-020
Telefone: PABX(61) 2027-8800
Fax: (61) 2027-8932/2027-8933
www.dnrc.gov.br
Bairro : Asa Sul – Brasília - DF
CEP: 70070-020
Telefone: PABX(61) 2027-8800
Fax: (61) 2027-8932/2027-8933
www.dnrc.gov.br
Junta Comercial do Estado do AcreAv. Getúlio Vargas, 1341, Ed. Abrahim
Bairro Bosque - Rio Branco - AC
CEP: 69900-900
Telefones: (68) 3224- 0744/ 3223-3840/3223-3836
Fax: (68) 3224-0744
www.juntacomercialac.com.br
Bairro Bosque - Rio Branco - AC
CEP: 69900-900
Telefones: (68) 3224- 0744/ 3223-3840/3223-3836
Fax: (68) 3224-0744
www.juntacomercialac.com.br
Junta Comercial do Estado de Alagoas
Av. Fernandes Lima, 1681
Bairro: Farol – Maceió - AL
CEP: 57055-870
Telefones: (82) 3241-8181/3241-8182
Fax: (82) 3338-7925
www.juceal.al.gov.br
Av. Fernandes Lima, 1681
Bairro: Farol – Maceió - AL
CEP: 57055-870
Telefones: (82) 3241-8181/3241-8182
Fax: (82) 3338-7925
www.juceal.al.gov.br
Junta Comercial do Estado do Amazonas
Av. Eduardo Ribeiro,898
Bairro: Centro - Manaus - AM
CEP: 69010-001
Telefones 3622-2255
Fax: 3622-8101
www.jucea.am.gov.br
Av. Eduardo Ribeiro,898
Bairro: Centro - Manaus - AM
CEP: 69010-001
Telefones 3622-2255
Fax: 3622-8101
www.jucea.am.gov.br
Junta Comercial do Estado do Amapá
Av. FAB,1610
Bairro: Centro – Macapá - AP
CEP: 68906-000
Telefones: (96) 3222-4866/3222-4867/3222-4292/3222-2400
Fax: (96) 3222-3598/3222-4866
www.jucap.ap.gov.br
Av. FAB,1610
Bairro: Centro – Macapá - AP
CEP: 68906-000
Telefones: (96) 3222-4866/3222-4867/3222-4292/3222-2400
Fax: (96) 3222-3598/3222-4866
www.jucap.ap.gov.br
Junta Comercial do Estado da Bahia
Rua Miguel Calmon nº 28
Bairro: Comércio – Salvador - BA
Cep: 40015-010
Telefone: (71) 3326-8060/3326-8020/3326-8047/3326-8044
Fax: (71) 3326-8014/3326-8045/3326-0697
www.juceb.ba.gov.br
Rua Miguel Calmon nº 28
Bairro: Comércio – Salvador - BA
Cep: 40015-010
Telefone: (71) 3326-8060/3326-8020/3326-8047/3326-8044
Fax: (71) 3326-8014/3326-8045/3326-0697
www.juceb.ba.gov.br
Junta Comercial do Estado do Ceará
Rua 25 de Março, 300 Esq. C/ Costa Barros
Bairro: Centro – Fortaleza - CE
CEP: 60060-120
Telefones: (85) 3101-2480/3101-2482 (PABX)
Fax: (85) 3101-2485
www.jucec.ce.gov.br
Rua 25 de Março, 300 Esq. C/ Costa Barros
Bairro: Centro – Fortaleza - CE
CEP: 60060-120
Telefones: (85) 3101-2480/3101-2482 (PABX)
Fax: (85) 3101-2485
www.jucec.ce.gov.br
Junta Comercial do Distrito Federal
SAUS Q. 02 Lote 1/A - Subsolo
Bairro: Asa Sul – Brasília - DF
CEP: 70070-020
Telefone: (61) 2109-8800 (Geral)
Fax: (61) 2109-8931
www.jcdf.desenvolvimento.gov.br
SAUS Q. 02 Lote 1/A - Subsolo
Bairro: Asa Sul – Brasília - DF
CEP: 70070-020
Telefone: (61) 2109-8800 (Geral)
Fax: (61) 2109-8931
www.jcdf.desenvolvimento.gov.br
Junta Comercial do Estado do Espírito Santo
Av. Nossa Senhora da Penha, 1433
Bairro: Santa Luíza – Vitória - ES
CEP: 29045-401
Telefones: (27)3135 3146 / 3135 3147
Fax: (27) 3135-3148/3135-3156
E-mail:
www.jucees.es.gov.br
Av. Nossa Senhora da Penha, 1433
Bairro: Santa Luíza – Vitória - ES
CEP: 29045-401
Telefones: (27)3135 3146 / 3135 3147
Fax: (27) 3135-3148/3135-3156
E-mail:
www.jucees.es.gov.br
Junta Comercial do Estado de Goiás
Rua 260, Esq. C/259, Q. 85-A, Lotes 5/8
Bairro: Setor Universitário – Goiânia - GO
Cep: 74610-240
Telefone: (62) 3261-4833 PABX/
Fax: (27) 3135-3148/3135-3156
www.juceg.go.gov.br
Junta Comercial do Estado do Maranhão
Praça João Lisboa, nº 328
Bairro: Centro – São Luís - MA
Cep: 65010-310
Telefone: (98) 3219-8500
Fax: (98) 3231-2727
www.jucema.ma.gov.br
Praça João Lisboa, nº 328
Bairro: Centro – São Luís - MA
Cep: 65010-310
Telefone: (98) 3219-8500
Fax: (98) 3231-2727
www.jucema.ma.gov.br
Junta Comercial do Estado do Mato Grosso
Av. Historiador Rubens de Mendonça S/N
Bairro: CPA – Cuiabá – MT
Cep: 78055-500
Telefone: (65) 36139555
Fax: (65) 613-9595 / 613-9596
www.jucemat.mt.gov.br
Av. Historiador Rubens de Mendonça S/N
Bairro: CPA – Cuiabá – MT
Cep: 78055-500
Telefone: (65) 36139555
Fax: (65) 613-9595 / 613-9596
www.jucemat.mt.gov.br
Junta Comercial do Estado do Mato Grosso do Sul
Rua Dr. Arthur Jorge, 1376
Bairro: Centro – Campo Grande – MS
CEP: 79010-210
Telefone: (67) 3316-4429
Fax: (67) 33164454 / 33164406
www.jucems.ms.gov.br
Rua Dr. Arthur Jorge, 1376
Bairro: Centro – Campo Grande – MS
CEP: 79010-210
Telefone: (67) 3316-4429
Fax: (67) 33164454 / 33164406
www.jucems.ms.gov.br
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais
Av. Santos Dumont, 380
Bairro: Centro- Belo Horizonte - MG
CEP: 30111-040
Telefone: (31) 3277-2300
FAX: (31) 3226-5579
www.jucemg.mg.gov.br
Av. Santos Dumont, 380
Bairro: Centro- Belo Horizonte - MG
CEP: 30111-040
Telefone: (31) 3277-2300
FAX: (31) 3226-5579
www.jucemg.mg.gov.br
Junta Comercial do Estado do Pará
Av. Magalhães Barata, 1234
Bairro: São Braz – Belém – PA
CEP: 66063-240
Telefones: (91) 3217-5800 / URA – 3217-5830 / 5831 / 5832
FAX: (91) 3217.5840
www.jucepa.pa.gov.br
Av. Magalhães Barata, 1234
Bairro: São Braz – Belém – PA
CEP: 66063-240
Telefones: (91) 3217-5800 / URA – 3217-5830 / 5831 / 5832
FAX: (91) 3217.5840
www.jucepa.pa.gov.br
Junta Comercial do Estado da Paraíba
Av. Princesa Isabel, 755
Bairro – Centro – João Pessoa – PB
CEP: 58013-251
Telefones: (83) 32186139/32186156
FAX: (83) 3218-6154
www.jucep.pb.gov.br
Av. Princesa Isabel, 755
Bairro – Centro – João Pessoa – PB
CEP: 58013-251
Telefones: (83) 32186139/32186156
FAX: (83) 3218-6154
www.jucep.pb.gov.br
Junta Comercial do Estado do Paraná
Av. Barão do Serro Azul, 316
Bairro: Centro – Curitiba - PR
CEP: 80020-180
Telefone: (41) 3322-4151
FAX: (41) 3225-7092
www.jucepar.pr.gov.br
Av. Barão do Serro Azul, 316
Bairro: Centro – Curitiba - PR
CEP: 80020-180
Telefone: (41) 3322-4151
FAX: (41) 3225-7092
www.jucepar.pr.gov.br
Junta Comercial do Estado de Pernambuco
Rua Imperial, 1600
Bairro: São José – Recife – Pernambuco
CEP: 50090-000
Telefone: (81) 3338-8500
FAX: (81) 3338-8510
www.jucepe.pe.gov.br
Rua Imperial, 1600
Bairro: São José – Recife – Pernambuco
CEP: 50090-000
Telefone: (81) 3338-8500
FAX: (81) 3338-8510
www.jucepe.pe.gov.br
Junta Comercial do Estado do Piauí
Rua Gonçalo Cavalcante, 3359
Bairro: Cabral – Teresina – PI
CEP: 64000-600
Telefones: (86) 32214535 / 32218277
FAX: (86) 221-6885
www.jucepi.pi.gov.br
Rua Gonçalo Cavalcante, 3359
Bairro: Cabral – Teresina – PI
CEP: 64000-600
Telefones: (86) 32214535 / 32218277
FAX: (86) 221-6885
www.jucepi.pi.gov.br
Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro
Av. Rio Branco, 10 Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 20090-000
Telefone: (21)38493935
FAX: (21) 3849-3946
www.jucerja.rj.gov.br
Av. Rio Branco, 10 Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 20090-000
Telefone: (21)38493935
FAX: (21) 3849-3946
www.jucerja.rj.gov.br
Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Norte
Praça Augusto Severo, 111
Bairro: Ribeira – Natal – RN
CEP: 59012-380
Telefone: (84) 3232-7414
FAX: (84) 3232-7414
www.jucern.rn.gov.br
Praça Augusto Severo, 111
Bairro: Ribeira – Natal – RN
CEP: 59012-380
Telefone: (84) 3232-7414
FAX: (84) 3232-7414
www.jucern.rn.gov.br
Junta Comercial do Estado do Rio Grande do Sul
Av. Julio de Castilho, 120
Bairro: Centro – Porto Alegre – RS
CEP: 90030-130 Telefone: (51) 3224-4399
FAX: (51) 3226-3092
www.jucergs.rs.gov.br
Av. Julio de Castilho, 120
Bairro: Centro – Porto Alegre – RS
CEP: 90030-130 Telefone: (51) 3224-4399
FAX: (51) 3226-3092
www.jucergs.rs.gov.br
Junta Comercial do Estado de Rondônia
Av. Pinheiro Machado, 326
Bairro: Caiari – Porto Velho – RO
CEP: 78900-050
Telefones: (69) 32168622
FAX: (69) 3216-8632
www.jucer.ro.gov.br
Av. Pinheiro Machado, 326
Bairro: Caiari – Porto Velho – RO
CEP: 78900-050
Telefones: (69) 32168622
FAX: (69) 3216-8632
www.jucer.ro.gov.br
Junta Comercial do Estado de Roraima
Av. Jaime Brasil, 157
Bairro: Centro – Boa Vista – RO
CEP: 69301-350
Telefones: (95) 32249777/36231220
FAX: (95) 36231220
http://www.jucerr.rr.gov.br/
Av. Jaime Brasil, 157
Bairro: Centro – Boa Vista – RO
CEP: 69301-350
Telefones: (95) 32249777/36231220
FAX: (95) 36231220
http://www.jucerr.rr.gov.br/
Junta Comercial do Estado de Santa Catarina
Av. Rio Branco, 387
Bairro: Centro – Florianópolis – SC
CEP: 88015-201
Telefones: (48) 3212-5599
FAX: (48) 3212-5562
www.jucesc.sc.gov.br
Av. Rio Branco, 387
Bairro: Centro – Florianópolis – SC
CEP: 88015-201
Telefones: (48) 3212-5599
FAX: (48) 3212-5562
www.jucesc.sc.gov.br
Junta Comercial do estado de São Paulo
Rua Barra Funda, 836 (Rampa)
Bairro: Barra Funda – São Paulo – SP
CEP: 01152-000
Telefones: (11) 3826-7599
FAX: (11) 3826-7834
Bairro: Barra Funda – São Paulo – SP
CEP: 01152-000
Telefones: (11) 3826-7599
FAX: (11) 3826-7834
Junta Comercial do Estado de Sergipe
Rua Propria, 315
Bairro: Centro – Aracaju – SE
CEP: 49010-020
Telefones: (79) 3234-4100
FAX: (79) 3234-4141
www.jucese.se.gov.br
Bairro: Centro – Aracaju – SE
CEP: 49010-020
Telefones: (79) 3234-4100
FAX: (79) 3234-4141
www.jucese.se.gov.br
Junta Comercial do Estado do Tocantins
104 Norte, Av. LO-2, Lote 22
Bairro Plano Diretor Norte – Palmas – TO
CEP: 77006-022
Telefones: (63) 3218-4801 / 3218-4803 / 3218-4804 / 3218-4805
FAX: (63) 3218-4802
104 Norte, Av. LO-2, Lote 22
Bairro Plano Diretor Norte – Palmas – TO
CEP: 77006-022
Telefones: (63) 3218-4801 / 3218-4803 / 3218-4804 / 3218-4805
FAX: (63) 3218-4802
JUCEA | Rua Major Gabriel, 1728, 1ºAndar, Praça 14 - CEP 69020-060, Manaus - AM
Telefone (92) 3212-4197 | Expediente 07h00 às 13h00
Telefone (92) 3212-4197 | Expediente 07h00 às 13h00
© Junta Comercial do Estado do Amazonas - JUCEA
martes, 21 de agosto de 2012
INCUBADORAS Y COMO MONTAR EMPRESAS
sábado, 18 de agosto de 2012
Qué Son las Incubadoras de Negocios?
Las incubadoras de negocios son organizaciones que detectan y potencian ideas emprendedoras e innovadoras para otorgarles asesoría especializada, infraestructura física, redes de contacto, acceso a financiamiento y capacitación continua en un ambiente empresarial estimulante.
¿Como Trabajan las Incubadoras de Negocios?
De la siguiente manera al incubar empresas:
Apoyos como coaching y asesoría personalizada, capacitación en puntos debiles, diagnóstico de la empresa, contactos y redes de negocios.
Además, presta algunos apoyos como:
De carácter estratégico: Apoyo a la dirección de la empresa. (Comité Consultor), acceso a consultores expertos, acceso a consultores internos,
De carácter financiero: Acceso a guías de fuentes de inversión, referencias con empresas de capital de riesgo.
Marketing y prensa: Apoyo con la red de contactos y amigos, referencias con posibles clientes, detección de oportunidades, contacto con personas, empresas y organismos con el apoyo nuestro personal, servicios internos de bases de datos, información y noticias y aprovechamiento del "brand image".
Recursos humanos: Acceso a consultores profesionales y adscritos a Universidades o Escuelas de Negocios, bases de datos con curriculum de posibles empleados, apoyo en selección y contratación de personal, sinergias internas y red de contactos.
Asesoría legal ,Asesoría contable y financiera ,Gestoría y mensajería interna
Apoyos institucionales e internacionales
Bases de datos internas y acceso a aquellas con que se tengan suscritos convenios de colaboración: Apoyos institucionales externos (estos se refieren a aquellos apoyos que se irán implementando una vez que se suscriban convenios de coordinación y colaboración con diversos organismos e Instituciones que pudiesen proporcionar beneficios tangibles o intangibles a sus incubados). Por ejemplo: Convenios con cámaras de comercio, industriales, manufactureras; convenios con Gobiernos e instituciones nacionales o extranjeras; convenios académicos y de colaboración con Universidades o escuelas de negocios; Vinculación con Fondos y Sociedades de Inversión; Búsqueda para la obtención de precios y servicios en condiciones favorables con proveedores; Acceso a talleres de empresas o universidades con las que se tengan suscritos convenios o alianzas.
¿Cuáles Son las Ventajas de Recibir Apoyo de las Incubadoras de Negocios?
Incrementa la probabilidad de éxito de su empresa al recibir asistencia práctica y diversos servicios de soporte técnico y empresarial durante los primeros años de operación, que por lo general son 3 años.
Recibe la asesoría y el apoyo de expertos en negocios.
Usted podría enfocarse en la ejecución del plan de negocios y la puesta rápida de productos o servicios en el mercado.
Tendrá un mejor acceso a capital de riesgo y a una red afiliada de recursos de financiamiento.
Reduce las probabilidad de cometer los mismos errores que otros miembros del ramo.
Otorga más prominencia a su empresa y generaría publicidad adicional de forma gratuita.
Atrae y conserva empleados mejor calificados para llevar adelante su proyecto.
Invertirá menos recursos adicionales en el negocio.
¿Cuáles Son los Requisitos para Postularse a una Incubadora de Negocios?
Los requisitos para postularse a una incubadora de negocios y poder ser evaluados en primera instancia:
Que Usted o su empresa estén ubicados dentro del radio de acción de la incubadora
Que el proyecto sea innovador y con potencial de crecimiento
Que sea capaz de generar empleos
Que apunten a la solución de problemas reales
Que puedan generar en el mediano o en el largo plazo beneficios sociales y económicos para la comunidad en general
Si su idea de negocios cumple los 5 requisitos, entonces es un serio candidato a ser aceptado por la incubadora de negocios.
¿Cuáles son los Pasos a Seguir?
Primero.- Investigue:
Investigue y pida asesoría sobre su idea de negocio.
Segundo.- Contáctese con ellos:
Formule sus ideas e interrogantes.
Tercero.- Presente su idea:
De la siguiente forma:
Revise cuidadosamente su idea y tenga bien claro lo que hace su empresa. Usted tiene que exponer con lucidez su modelo de negocio.
Concrete su equipo de trabajo y personal necesario.
Conozca su entorno y el de su empresa, si los conoce podrá ser mucho más convincente y sus argumentos serán escuchados con interés.
Tenga claro el mercado al que quiere llegar y luego haga un presupuesto para llegar a él.
Asegúrese que está listo para dar este paso, no llegue a la incubadora con divagaciones sin sentido, puede llevarse una sorpresa desagradable y quemar su idea.
Cuarto: Si su idea es aceptada, ingresará a una fase de "pre-incubación":
Por ejemplo, en la incubadora de negocios, en la etapa de "pre-incubación" participan emprendedores que buscan desarrollar en detalle su plan de negocios, que buscan realizar alianzas comerciales y estratégicas para desarrollarlas, que requieren feed-back para disminuir los riesgos asociados o hacer precisiones estratégicas con el apoyo experimentado de los tutores, y posteriormente, realizan la puesta en marcha definitiva.
Durante esta etapa, los emprendedores tienen acceso gratuito a los talleres y cursos de capacitación ofrecidos por la Incubadora, asesoría legal, comercial y financiera para llevar a cabo el negocio, asesoría en la realización del Plan de Negocios, acceso a Redes de Tutores Empresariales y Redes de contacto de la Incubadora, acceso a sistemas de información de la Incubadora: libros, bases de datos, estudios, análisis de mercado, etc. y ayuda en la formulación de propuestas para levantar capital semilla.
Quinto: La fase de incubación:
Una vez terminado el plan de negocios entrará en una fase de "incubación" y competirá por los recursos financieros que el mercado le ofrezca.
Estas rondas de financiación también dependerán de sus aspiraciones y de sus planes, Aquí vendra el capital semilla.
Al final de la incubación se la considerará como una nueva empresa sólida y con gran futuro, claro que esto no se logra de la noche a la mañana, pero si tiene una buena idea respaldada con un buen equipo de trabajo, lo más seguro es que la incubadora lo acepte rápidamente y que todo el proceso sea acelerado.
Sexto: La fase de post-incubación:
En esta etapa se trabaja para lograr el crecimiento y consolidación del negocio. De esta manera, se pretende convertirla en una empresa sólida y rentable
Mayores informes: empresas@exportafacil.org
Las incubadoras de negocios son organizaciones que detectan y potencian ideas emprendedoras e innovadoras para otorgarles asesoría especializada, infraestructura física, redes de contacto, acceso a financiamiento y capacitación continua en un ambiente empresarial estimulante.
¿Como Trabajan las Incubadoras de Negocios?
De la siguiente manera al incubar empresas:
Apoyos como coaching y asesoría personalizada, capacitación en puntos debiles, diagnóstico de la empresa, contactos y redes de negocios.
Además, presta algunos apoyos como:
De carácter estratégico: Apoyo a la dirección de la empresa. (Comité Consultor), acceso a consultores expertos, acceso a consultores internos,
De carácter financiero: Acceso a guías de fuentes de inversión, referencias con empresas de capital de riesgo.
Marketing y prensa: Apoyo con la red de contactos y amigos, referencias con posibles clientes, detección de oportunidades, contacto con personas, empresas y organismos con el apoyo nuestro personal, servicios internos de bases de datos, información y noticias y aprovechamiento del "brand image".
Recursos humanos: Acceso a consultores profesionales y adscritos a Universidades o Escuelas de Negocios, bases de datos con curriculum de posibles empleados, apoyo en selección y contratación de personal, sinergias internas y red de contactos.
Asesoría legal ,Asesoría contable y financiera ,Gestoría y mensajería interna
Apoyos institucionales e internacionales
Bases de datos internas y acceso a aquellas con que se tengan suscritos convenios de colaboración: Apoyos institucionales externos (estos se refieren a aquellos apoyos que se irán implementando una vez que se suscriban convenios de coordinación y colaboración con diversos organismos e Instituciones que pudiesen proporcionar beneficios tangibles o intangibles a sus incubados). Por ejemplo: Convenios con cámaras de comercio, industriales, manufactureras; convenios con Gobiernos e instituciones nacionales o extranjeras; convenios académicos y de colaboración con Universidades o escuelas de negocios; Vinculación con Fondos y Sociedades de Inversión; Búsqueda para la obtención de precios y servicios en condiciones favorables con proveedores; Acceso a talleres de empresas o universidades con las que se tengan suscritos convenios o alianzas.
¿Cuáles Son las Ventajas de Recibir Apoyo de las Incubadoras de Negocios?
Incrementa la probabilidad de éxito de su empresa al recibir asistencia práctica y diversos servicios de soporte técnico y empresarial durante los primeros años de operación, que por lo general son 3 años.
Recibe la asesoría y el apoyo de expertos en negocios.
Usted podría enfocarse en la ejecución del plan de negocios y la puesta rápida de productos o servicios en el mercado.
Tendrá un mejor acceso a capital de riesgo y a una red afiliada de recursos de financiamiento.
Reduce las probabilidad de cometer los mismos errores que otros miembros del ramo.
Otorga más prominencia a su empresa y generaría publicidad adicional de forma gratuita.
Atrae y conserva empleados mejor calificados para llevar adelante su proyecto.
Invertirá menos recursos adicionales en el negocio.
¿Cuáles Son los Requisitos para Postularse a una Incubadora de Negocios?
Los requisitos para postularse a una incubadora de negocios y poder ser evaluados en primera instancia:
Que Usted o su empresa estén ubicados dentro del radio de acción de la incubadora
Que el proyecto sea innovador y con potencial de crecimiento
Que sea capaz de generar empleos
Que apunten a la solución de problemas reales
Que puedan generar en el mediano o en el largo plazo beneficios sociales y económicos para la comunidad en general
Si su idea de negocios cumple los 5 requisitos, entonces es un serio candidato a ser aceptado por la incubadora de negocios.
¿Cuáles son los Pasos a Seguir?
Primero.- Investigue:
Investigue y pida asesoría sobre su idea de negocio.
Segundo.- Contáctese con ellos:
Formule sus ideas e interrogantes.
Tercero.- Presente su idea:
De la siguiente forma:
Revise cuidadosamente su idea y tenga bien claro lo que hace su empresa. Usted tiene que exponer con lucidez su modelo de negocio.
Concrete su equipo de trabajo y personal necesario.
Conozca su entorno y el de su empresa, si los conoce podrá ser mucho más convincente y sus argumentos serán escuchados con interés.
Tenga claro el mercado al que quiere llegar y luego haga un presupuesto para llegar a él.
Asegúrese que está listo para dar este paso, no llegue a la incubadora con divagaciones sin sentido, puede llevarse una sorpresa desagradable y quemar su idea.
Cuarto: Si su idea es aceptada, ingresará a una fase de "pre-incubación":
Por ejemplo, en la incubadora de negocios, en la etapa de "pre-incubación" participan emprendedores que buscan desarrollar en detalle su plan de negocios, que buscan realizar alianzas comerciales y estratégicas para desarrollarlas, que requieren feed-back para disminuir los riesgos asociados o hacer precisiones estratégicas con el apoyo experimentado de los tutores, y posteriormente, realizan la puesta en marcha definitiva.
Durante esta etapa, los emprendedores tienen acceso gratuito a los talleres y cursos de capacitación ofrecidos por la Incubadora, asesoría legal, comercial y financiera para llevar a cabo el negocio, asesoría en la realización del Plan de Negocios, acceso a Redes de Tutores Empresariales y Redes de contacto de la Incubadora, acceso a sistemas de información de la Incubadora: libros, bases de datos, estudios, análisis de mercado, etc. y ayuda en la formulación de propuestas para levantar capital semilla.
Quinto: La fase de incubación:
Una vez terminado el plan de negocios entrará en una fase de "incubación" y competirá por los recursos financieros que el mercado le ofrezca.
Estas rondas de financiación también dependerán de sus aspiraciones y de sus planes, Aquí vendra el capital semilla.
Al final de la incubación se la considerará como una nueva empresa sólida y con gran futuro, claro que esto no se logra de la noche a la mañana, pero si tiene una buena idea respaldada con un buen equipo de trabajo, lo más seguro es que la incubadora lo acepte rápidamente y que todo el proceso sea acelerado.
Sexto: La fase de post-incubación:
En esta etapa se trabaja para lograr el crecimiento y consolidación del negocio. De esta manera, se pretende convertirla en una empresa sólida y rentable
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EMPRESAS BRASIL - CAPITAL ESTRANJERO
El Capital Extranjero en Brasil
Brasil en los últimos años ha adoptado una política de apertura de su economía al capital extranjero, buscando favorecer el comercio exterior, con la caída de las barreras arancelarias y políticas, y las inversiones extranjeras, al eliminar poco a poco las trabas existentes al establecimiento de empresas de capital extranjero en su territorio.
En los últimos años, el Gobierno Federal ha promovido continuos y profundos ajustes en su política con relación al capital externo, con el fin de estimular nuevas inversiones directas en varios sectores de la economía brasileña, vistos dentro de la nueva estrategia gubernamental como elementos relevantes para el crecimiento económico y del desarrollo industrial del País.
En ese sentido, el Plan de Estabilización (Plan Real), el Programa Nacional de Privatización, las reformas de la Constitución Federal, en sus disposiciones que tratan del Orden Económico, y el tratamiento flexible que dan las legislaciones institucional y tributaria relativas al capital externo - eliminación de restricciones a la participación de inversores extranjeros en las bolsas de valores brasileñas y en las empresas privatizadas, apertura de líneas de financiación del Sistema BNDES a empresas de capital extranjero instaladas en el País, disminución de los trámites burocráticos y reducción de los gravámenes fiscales en la repatriación de capital, beneficios y dividendos, así como en las remesas de royalties y beneficios, entre otras medidas -, han puesto Brasil en una posición altamente competitiva, junto a la comunidad internacional, en la atracción de capitales.
En la reforma de la Constitución brasileña, en 1995, han sido aprobadas las siguientes modificaciones:
- fin del monopolio de los gobiernos de los Estados en la distribución de gas canalizado y posibilidad de la iniciativa privada acceder a ese sector;
- posibilidad de embarcaciones extranjeras realizaren el transporte de cabotaje y la navegación interna en el país;
- apertura del sector de telecomunicaciones a la participación privada; y
- fin de la discriminación entre empresa brasileña de capital nacional y empresa brasileña de capital extranjero.
Esta reforma de la Constitución, además de eliminar la discriminación que había entre capital nacional y extranjero, también eliminó la incoherencia que se había producido con el art. 2º de la Ley nº 4.131, de 03 de septiembre de 1962 (Ley del Capital Extranjero), que establece que al capital extranjero invertido en Brasil será dispensado tratamiento jurídico idéntico al concedido al capital nacional, en igualdad de condiciones, estando prohibidas cualesquiera discriminaciones no previstas en ley.
De acuerdo con la Ley nº 4.131, capitales extranjeros son:
"... los bienes, máquinas y equipamientos introducidos en Brasil sin dispendio inicial de divisas, destinados a la producción de bienes o servicios, como los recursos financieros o monetarios, introducidos en el país para una aplicación en actividades económicas, siempre que, en ambos supuestos, pertenezcan a personas físicas o jurídicas residentes, domiciliadas o con sede en el exterior."
Esta creciente liberalización tiene la intención de atraer importantes aportaciones de capital y tecnología extranjeros para potenciar sectores de importancia estratégica en la política del país. Sin embargo, este proceso presenta algunas dificultades, tanto sociales como políticas y constitucionales, ya que la Ley Mayor considera públicos, y por tanto restringidos, algunos sectores de la economía.
A partir de la reforma constitucional hubo una creciente liberalización de sectores antes prohibidos o restringidos al capital extranjero, como los de la minería, navegación de cabotaje o algunos servicios de telecomunicación. También se aprobó el fin del monopolio de la PETROBRÁS en el área del petróleo, y se abrió este campo y el de la explotación de gas y gasoductos a la inversión privada, aunque el Estado ha seguido con un régimen de preferencias en relación a los yacimientos ya en explotación en Brasil.
Las instituciones financieras se abrieron al capital extranjero, pero con restricciones, pues la inversión debe ser aprobada por el Consejo Monetario Nacional, a propuesta del Banco Central de Brasil.
La inversión mediante capital extranjero actualmente está restringida en los siguientes sectores:
- servicios de salud;
- desarrollo de las actividades que engloben energía atómica y eléctrica;
- industria pesquera;
- propiedad y administración de periódicos, revistas y otro tipo de publicaciones, así como redes de radio y televisión;
- derechos sobre la propiedad en áreas rurales y de actividades comerciales junto a fronteras internacionales (en un radio de 150 Km.);
- transporte aéreo doméstico;
- servicios de correos y telégrafos;
- industria aerospacial;
- loterías;
- transporte de cargas por carretera;
- sociedades aseguradoras;
- instituciones financieras.
La participación de capital extranjero en instituciones financieras y de seguros está limitada a participaciones minoritarias La inversión extranjera en el mercado interno de títulos y valores está limitada a las siguientes áreas:
- fondos de inversión;
- sociedades de inversión;
- carteras administradas de no residentes;
- carteras administradas de inversores institucionales extranjeros.
2.1 Explotación de recursos minerales y energía hidráulica por sociedades extranjeras
A partir de la reforma constitucional, tanto las empresas brasileñas de capital nacional como las de capital extranjero pueden intervenir en la pesquisa y extracción de recursos minerales y aprovechamiento de los potenciales de energía hidráulica, mediante autorización o concesión del Gobierno Federal. Todavía está pendiente la elaboración de ley ordinaria reglamentando y estableciendo condiciones específicas en el supuesto de que estas actividades se desarrollen en las fronteras exteriores o en tierras indígenas.
El ingreso en el país se realiza mediante un procedimiento junto al Banco Central de Brasil. Al ingresar en el país, el capital extranjero debe registrarse en el órgano competente del Banco Central (REFIR - Fiscalización y Registro de Capital Extranjero), que emitirá el relativo certificado de ingreso.
Tal certificado contiene el valor invertido en moneda extranjera y el equivalente en moneda local, y es un documento esencial en la formalidad exigida para la remesa de los beneficios al exterior, para el retorno del capital invertido y para la reinversión de los beneficios. Asimismo, el registro del capital será efectuado en la moneda del país de donde sea originario o en la moneda en que sea efectivamente internalizado y el de las reinversiones de beneficios en moneda nacional (brasileña).
Este registro también es exigido para la utilización de la tasa de cambio comercial/financiera en remesa de beneficios al exterior, en la repatriación de beneficios o de capital y para el registro de la reinversión de los beneficios.
En el certificado de registro, si se trata de una inversión directa, se especifica el inversor, el beneficiario de la misma y la cantidad invertida, siendo actualizado a cada nueva inversión en el mismo beneficiario. En el caso de préstamos externos, el certificado especifica los datos del prestamista, el tipo de interés y las condiciones de pago.
La empresa brasileña es la responsable del registro, y debe presentar la solicitud ante el Banco Central en el plazo de 30 días a contar de la formalización de la remesa de fondos y no se somete al pago de cualquier tasa. Asimismo, el Banco Central exige la presentación de determinados documentos y declaraciones contables para el efectivo registro de la inversión.
El certificado del registro debe ser presentado obligatoriamente en caso de remesa de intereses o repatriación de capital, por tratarse de un documento oficial.
Las inversiones pueden ser efectuadas a través de:
- participación en una empresa ya existente o en formación;
- préstamo; o
- cesión de tecnología a una empresa brasileña.
Las inversiones de capital no requieren aprobación previa, pero los préstamos sí la requieren (autorización del Banco Central) y la inversión mediante cesión de tecnología puede requerir la aprobación y registro en la oficina del INPI (oficina brasileña de patentes) y en el Banco central.
4.1 En moneda extranjera
No hay necesidad de autorización oficial previa para la inversión en moneda extranjera. La inversión para suscripción de capital o para la participación en una sociedad brasileña ya existente será enviada a Brasil por medio de cualquier banco autorizado a operar con cambio en este país.
En caso de préstamos externos, las filiales o sucursales de empresas extranjeras pueden contratarlos libremente a largo plazo y en moneda extranjera, con bancos comerciales en el exterior o con sus propias empresas matrices, respetando las reglas dictadas por el Banco Central.
4.2 Conversión de deuda externa
Este tipo de inversión está sujeta a la aprobación previa del Banco Central. Una vez obtenida la autorización, es preciso efectuar una operación simbólica de cambio, que represente la compra y venta de moneda extranjera.
4.3 Mediante importación de bienes
Se exige, para la concreción de este tipo de inversión, la aprobación previa del Banco Central y del Departamento de Comercio Exterior (DECEX). Los bienes importados, maquinaria, productos y equipamientos deberán obligatoriamente destinarse a la producción de bienes y prestación de servicios.
Los bienes usados importados o demás importaciones que gocen de incentivos fiscales no podrán tener similares brasileños. Además, los bienes usados precisan ser utilizados en proyectos que contribuyan al desarrollo económico de Brasil, o destinarse a la producción de bienes que no se produzcan en el país.
El registro del capital será realizado de acuerdo con su precio en el país de origen o, en falta de comprobantes satisfactorios, según los valores verificados en la contabilidad de la empresa receptora del capital.
La empresa brasileña dispone del plazo de 180 días para incorporarlos a su capital y los otros 30 habituales para proceder al pedido de registro de la inversión.
La inversión a través de préstamos externos sigue, por regla general, el mismo procedimiento para la obtención del certificado de registro que las inversiones directas.
El certificado se emite para permitir remesas de intereses y capital principal, debiendo constar en el mismo el nombre del prestamista principal, el prestatario nacional, el importe total del préstamo, así como la forma de pago del principal y de los intereses.
Los préstamos extranjeros se dividen en dos grupos:
- préstamos indirectos: efectuados por bancos extranjeros a bancos nacionales, que a su vez los canalizan a prestatarios brasileños, que suelen ser pequeñas y medianas empresas;
- préstamos directos: efectuados directamente por bancos extranjeros a empresas establecidas en Brasil, que necesitan grandes recursos, por tratarse en general de grandes grupos de empresas.
Los préstamos extranjeros están regulados por el Banco Central, a través de Resoluciones administrativas emitidas por el mismo.
Hay dos tipos de mercados de cambio oficiales en Brasil, ambos bajo el control del Banco Central y operando con tasas de cambios fluctuantes, y un tercero, paralegal, es decir, sin ningún control oficial.
1 - mercado de cambio comercial/financiero de tasas fluctuantes, que utilizado exclusivamente para:
- operaciones comerciales (importación/exportación);
- inversiones en Brasil en moneda extranjera;
- préstamos en moneda extranjera a residentes en Brasil;
- otras operaciones de remesas al exterior, condicionadas a la aprobación previa de las autoridades monetarias brasileñas.
En este mercado las empresas pueden realizar transacciones debidamente registradas, pero el acceso a él será aprobado examinando cada caso a caso.
2 - mercado de cambio turismo de tasas fluctuantes: fue criado, en un principio, para la industria del turismo y, posteriormente, expandido para cubrir algunas operaciones distintas. En turismo, desde octubre de 1994, se pueden comprar casi sin límite de cantidad divisas para realizar viajes al exterior por turismo, salud o educación. En relación a las demás operaciones que se pueden realizar en este mercado, la legislación que es aplicable indica las modalidades que se benefician.
Aunque ambos mercados operen con tasa fluctuantes, libremente negociadas entre las partes contratantes, hay diferencia entre ellos. La principal es que el mercado de cambio comercial/financiero está restringido a operaciones que, en determinados supuestos, exigen la aprobación previa de las autoridades brasileñas, mientras que el mercado de cambio turismo está abierto a operaciones que se eximen de tal aprobación previa.
3 - mercado "paralelo": es el mercado ilegal, parcialmente tolerado en la práctica y accesible a cualquiera. Debido a la liberalización a que nos hemos referido y a la estabilización del cambio observada en consecuencia, este mercado ha perdido importancia en los últimos años.
En general, no hay restricciones a la distribución y remesa de beneficios al exterior, con la excepción bastante amplia de lo dispuesto en la Ley nº 9.430, de 27/12/96, que disciplina los precios de transferencia. La ley tiene la finalidad de evitar la transferencia indirecta de beneficios entre empresas de diferentes países, de manera que tales beneficios sean tributados de manera menos gravosa que la vigente en el país en que originalmente se hayan producido. Se aplican las disposiciones a las operaciones entre personas vinculadas, de manera general, y a las no vinculadas, desde que la remesa sea enviada a país que no tribute la renta o que la tribute con alícuota máxima inferior a 20%. Tal restricción se debe a que los beneficios y dividendos apurados y distribuidos a partir de 1996 están exentos del impuesto sobre la renta en Brasil, pero las autoridades locales, a través de esa medida, quieren evitar la evasión fiscal.
Sin embargo, la parte del beneficio neto que sea utilizado como base de cálculo para reducción o exención del impuesto de sociedades no podrá ser remitida al exterior por un periodo de cinco años. Si, de todas formas, el beneficio es remitido antes del transcurso de dicho plazo, la sociedad será obligada a pagar el 50% del impuesto originalmente debido.
Los contratos de cambio deben contener la declaración formal de que el importe convertido es originalmente capital extranjero a ser invertido en una empresa existente o en fase de constitución.
- Tratados
Brasil ha firmado diversos Tratados para evitar la Doble Imposición con los siguientes países: Alemania, Argentina, Austria, Bélgica, Canadá, China, Corea del Sur, Dinamarca, Ecuador, España, Filipinas, Finlandia, Francia, Holanda, Hungría, India, Italia, Japón, Luxemburgo, Noruega, Portugal, República Checa y Eslovaca y Suecia.
7.1 Reinversiones de beneficios
Las reinversiones son efectuadas con los beneficios obtenidos por empresas establecidas en el país y atribuidos a residentes y domiciliados en el exterior que sean aplicados en la misma empresa de la que sean originarios o en otro sector de la economía nacional. Así, los beneficios de las inversiones extranjeras pueden ser reinvertidos en Brasil, en la misma empresa en que hayan sido generados o en otra cualquiera. Al reinvertir, en vez de retener los beneficios, estos podrán ser registrados como capital inicial, aumentando la base de cálculo, para fines fiscales, de las futuras remesas o reinversiones de beneficios.
La repatriación de capitales está permitida a cualquier tiempo, después de la liquidación de la sociedad, reducción del capital o venta de participaciones a un residente, no exige un periodo mínimo de inversión ni está restringida, siempre que el inversor haya registrado la inversión inicial y las posibles reinversiones.
Las remesas que excedan la cuantía inicialmente registrada serán consideradas plusvalía, es decir, exceso de capital a repatriar sobre el capital invertido, estando gravadas con la retención de un 15% en concepto de impuesto sobre la renta. Nada es debido como suplemento del impuesto sobre la renta y el impuesto sobre beneficios netos.
Cuando hay repatriación de capitales, el Banco central suele examinar el patrimonio líquido de la sociedad, tal como demostrado en su balance anual. Si es detectada pérdida en el patrimonio líquido, el Banco Central podrá decidir que hubo dilución de la inversión y, por tanto, negar autorización para la repatriación de la parte de la inversión proporcional al resultado negativo.
8.1 Remesas al exterior
Cuando no haya registro de capitales en el Banco Central, las remesas al exterior en moneda extranjera sufrirán restricciones, pues la remesa de beneficios, repatriación de capital y reinversiones de beneficios son todos basados en la cuantía registrada como inversión extranjera.
La transferencia internacional de fondos en moneda brasileña entre residentes y no residentes es totalmente libre y dispensa autorización previa, desde que las operaciones interbancarias sean efectuadas por intermedio de bancos autorizados a operar con cambio en Brasil.
Si se quiere remitir divisas al exterior como inversión en el extranjero, el máximo anual es de US$ 5 millones sin necesidad de autorización previa. Ya las operaciones que excedan ese valor necesitan una autorización expresa del Banco Central.
En caso de las sociedades anónimas, antes de la distribución de dividendos, es obligatoria la destinación de 5% del lucro neto anual, a título de Reserva Legal. La destinación de 5% es exigida hasta que la reserva legal alcance el 20% del capital legal.
8.1.1 Envío de intereses
Si la inversión está registrada en el Banco Central, se puede enviar intereses al exterior, pues generalmente es aprobado el pago si el tipo pactado es el LIBOR (London Interbank Basic Offered Rate) o un tipo primado sobre el diferencial o spread aprobado.
En cualquier caso, el envío de intereses está sujeto al pago de impuesto de renta, con algunas excepciones legales que pagan un tipo de 0%, como las siguientes aprobadas en noviembre de 1997:
- los títulos de crédito internacional o commercial papers, si el plazo de amortización de los mismos es de, al menos, 96 meses;
- los préstamos obtenidos en países con los que Brasil ha firmado acuerdos tributarios, por un plazo igual o superior a quince años, al tipo de interés del mercado acreedor y con instituciones financieras autorizadas;
- los créditos obtenidos en el exterior y destinados a la financiación de exportaciones.
8.1.2 Pagos de Royalties
La patente debe estar registrada en el país de origen y en Brasil para que los pagos a título de royalties sean autorizados. El Instituto Nacional de Propiedad Industrial (INPI) es el encargado de otorgar la licencia que da derecho a remitir derechos de patente al exterior, pero el registro debe ser efectuado junto al Banco Central.
El envío de royalties tributa el impuesto sobre la renta en la fuente con un tipo del 15%.
8.2 Transferencia externa de inversiones en Brasil
Los derechos de participación que tenga un inversor extranjero en empresa brasileña podrán ser vendidos, cedidos o de otra forma transferidos en el exterior, por cualquier valor, sin implicaciones de naturaleza fiscal en Brasil.
El comprador extranjero será obligado a registrar el capital por la misma cantidad del registro anterior hecho por la empresa vendedora, cualquier que hubiere sido el precio pago por la transacción. El comprador deberá presentar un pedido para emisión de un nuevo certificado de registro ante el Banco Central que evidencie la alteración del inversor extranjero. Este nuevo certificado es indispensable para que el nuevo inversor pueda remitir o reinvertir beneficios y repatriar capital.
Los incentivos a la inversión son concedidos por órganos gubernamentales a las empresas para que inviertan en zonas menos desarrolladas o en sectores considerados prioritarios. Estos varían constantemente, pero consisten básicamente en:
- financiamiento subvencionado;
- créditos fiscales; y
- exención de tarifas.
No hay distinción a la hora de conceder estos incentivos a las empresas, pudiendo concederse igualmente a las de capital nacional y a las de capital extranjero, pues ambas son empresas brasileñas.
El órgano responsable examina los proyectos de inversión individualmente y, en general, la aprobación está condicionada por el grado de control gubernamental sobre el proyecto pretendido. El incentivo incluye:
- exención del impuesto sobre la renta y de otros impuestos indirectos por un determinado periodo;
- crédito subvencionado de Bancos Públicos de Desarrollo; y
- importación de bienes de capital libres de impuestos aduaneros o con aranceles bastante reducidos.
Son también concedidos incentivos fiscales para cierto tipo de exportaciones de productos fabricados en Brasil. Los principales son:
- remesa para el exterior de publicidad, exhibición en ferias, exposiciones etc. están exentos de 25% del impuesto retenido;
- exportación de productos fabricados están exentos del impuesto sobre productos industrializados (IPI) e impuesto sobre ventas (ICMS).
9.1 Requisitos
Para que sean concedidos incentivos fiscales a un proyecto de una empresa, los bienes que serán producidos no pueden tener equivalente en la industria brasileña.
El proceso de solicitud y aprobación es algo complejo y suele durar varios meses. La empresa solicitante debe proporcionar información sobre el proyecto de inversión, financiación prevista, costes de producción, maquinaria que será utilizada, indicando si será de producción nacional o importada, etc.
9.2 Tipos de incentivos
Los incentivos son establecidos por el Poder Ejecutivo: el Gobierno Federal y los gobiernos estatales.
Las zonas poco desarrolladas y las zonas especiales son competencia del Gobierno Federal, y los incentivos concedidos adoptan la forma de exenciones en la fiscalidad sobre importaciones, IVA federal (IPI) y otras tasas menores.
Los incentivos estatales se materializan bajo la forma de exenciones del IVA regional (ICMS), zonas francas y exenciones del impuesto de servicio municipal (ISS). Estos incentivos varían bastante dependiendo de la zona del país; los gobiernos de los Estados del norte y noreste suelen conceder grandes incentivos con la finalidad de atraer la industria a su región.
9.2.1 Programas de desarrollo industrial
Los programas de desarrollo industrial fueron creados para fomentar la inversión industrial y el desarrollo tecnológico mediante:
- amortización acelerada de ciertos intangibles y ciertos equipos de producción;
- exención de IPI en la adquisición de equipos y maquinaria para desarrollo tecnológico;
- deducción, limitado al 8% de los impuestos sobre ingresos, de algunos gastos relativos al desarrollo tecnológico.
Las empresas que tengan interés en disfrutar de estos incentivos tienen que conseguir una aprobación gubernamental que conlleva a trámites complejos y, una
vez obtenida la ayuda, aceptar un control rígido y directo de las inversiones, lo que supone una intervención constante en las cuentas de la empresa.
9.2.2 Programa SIPRI
El programa SIPRI es un programa de promoción de inversiones y transferencia de tecnología del Ministerio de Relaciones Exteriores de Brasil.
Tiene por objetivo promover la cooperación internacional entre empresas brasileñas y extranjeras, principalmente pequeñas y medianas empresas, en materia de inversión de capitales extranjeros, implantación de nuevos procesos de producción, transferencia de tecnología y actuación conjunta en otros mercados.
Estos incentivos se conceden en razón de la localización geográfica de la implantación industrial. Tienen la finalidad de atraer inversiones a zonas lejanas o mal comunicadas del país y producción que objetive esencialmente la exportación.
10.1 La Zona Franca de Manaos
La Zona Franca de Manaos (ZFM) fue creada y reglamentada, respectivamente, por la Ley nº 3.173, de 6 de junio de 1957 y por el Decreto-ley nº 288, de 28 de febrero de 1967.
También conocida como zona franca de base regional, es una área aduanera de libre comercio de importación y de incentivos fiscales especiales (hasta 2013, por determinación constitucional), que tiene por objetivo mantener en Amazonia un centro industrial, comercial y agropecuario, provisto de condiciones económicas que permitan su desarrollo ante los factores locales y la gran distancia en que se encuentra de los centros consumidores de sus productos.
Está abarcada en un territorio de 10.000 Km2 en el estado de Amazonas y engloba la ciudad de Manaos y sus alrededores. Allí están establecidas 6.000 empresas comerciales y 500 industrias. El distrito industrial de Manaos tiene un área inicial de 1.700 ha. y capacidad para alcanzar una ampliación de 5.700 ha. El distrito agropecuario está situado al norte de Manaos, lo atraviesa la carretera BR-174 y tiene un área de 589.334 ha.
10.1.1 Establecimiento de la empresa
Inicialmente, la empresa debe presentar al órgano responsable (SUFRAMA) un Proyecto Industrial. Si aprobado por el Consejo Administrativo, la empresa enviará al SUFRAMA el proyecto industrial definitivo y el proyecto arquitectónico. Una vez aprobados estos, la empresa está en condiciones de empezar su actividad y gozar de los incentivos fiscales especiales.
Para que las fábricas instaladas en esta zona no se utilizasen sólo como ensambladoras de productos importados, tergiversando así la finalidad con la que fue creada, el Gobierno adoptó una serie de medidas que consisten en la descripción
detallada de todo el proceso de fabricación del producto, debiendo al final estar demostrado todo el proceso de industrialización del mismo.
10.1.2 Incentivos fiscales
Las empresas instaladas en la ZFM tienen exención en los siguientes impuestos:
- Impuesto de Renta (IR), por diez años, para empresas aprobadas por la Superintendencia de Desarrollo de la Amazonia;
- Impuesto de Importación (II), para productos destinados a consumo interno de la ZFM. Reducción en las alícuotas del mismo impuesto sobre insumos usados en productos industrializados en la ZFM cuando comercializados para otras zonas del país;
- Impuesto sobre Circulación de Mercancías (ICMS), para productos originarios de otros Estados y destinados al consumo o industrialización en la ZFM. Asimismo, las empresas cuentan con crédito de ICMS para productos originarios de otros estados brasileños, y restitución de una parte variable del mismo impuesto para proyectos industriales aprobados por la Secretaría de Economía y Finanzas del Estado de Amazonas;
- Impuesto sobre Productos Industrializados (IPI), incidente sobre mercancías extranjeras destinadas al consumo o industrialización en la ZFM, o en cualquier otro punto del país;
- Impuesto sobre Servicios (ISS) para empresas prestadoras de servicios con proyectos aprobados por el Ayuntamiento de Manaos
El FINAM - Fondo de Inversión de la Amazonia - es un fondo destinado a proporcionar recursos financieros para la formación de capital de empresas que gocen de incentivos para proyectos aprobados por la Superintendencia de Desarrollo de la Amazonia.
De todas formas, hay ciertos sectores de la industria que no reciben ningún tipo de incentivo fiscal para su establecimiento en la zona. Son las industrias de:
- armas y municiones;
- perfumería;
- cigarros;
- bebidas alcohólicas; y
- automóviles de turismo.
10.2. Las "Zonas de Processamento de Exportação" - Zonas de Procesamiento de Exportación
Estas zonas de procesamiento de exportación tienen una característica distintiva: la extraterritorialidad. En estas zonas se pueden establecer empresas nacionales o extranjeras, desde que dedicadas exclusivamente a la fabricación de bienes para su exportación a otros países.
Estas empresas gozan de los siguientes beneficios:
- exclusión del riesgo país;
- ausencia de restricciones para repatriación de beneficios y exención temporal de IR;
- liberalización administrativa y de control cambiario total, hasta el punto de no exigirse licencia de importación;
- incentivos fiscales más amplios que los concedidos al régimen de drawback de exportaciones (exención de IPI, II, Contribuciones Sociales etc.).
El Consejo de las zonas de procesamiento de exportación (CZPE) es el órgano responsable por la autorización del establecimiento de las empresas, pudiendo requerir el cumplimiento de ciertos requisitos.
Entre las Zonas de Procesamiento de Exportación ya aprobadas, podemos destacar las siguientes, ubicadas en distintos puntos del territorio nacional:
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